terça-feira, 17 de maio de 2011
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O último capítulo foi substituído por uma nova sequência de imagens que convidam ao mergulho no estreito caminho que leva ao limiar do universo sensível.
Um tabuleiro de linhas sinuosas apresentam as portas que levam às infinitas dimensões do que é possível ser imaginado.
Os mesmos personagens aparecem mais soltos, trazem novos companheiros. Participam da gira e deixam suas pegadas transmutadas em bits e pixels da maior biblioteca que já existiu.
Qual é o ser sonhado? Qual a nova experiência de satisfação? Onde está o elixir tão procurado e pouco encontrado?
A natureza é bela e implacável, voltemos a ela para regular nossos ciclos. Que a lua seja a mentora do ritmo do nosso samba. Se o som que toca é confuso e o desenho que nasce nada explica, resta a eterna confiança nas marés do devir.
O que é agora já não é mais o que foi ontem e parte em busca da nova forma de amanhã.
Quanto mais adentramos nessa passagem escura que separam os anos que nos aproximam do fim descobrimos novos aspectos do que classificamos como eu.
A conexão com o sagrado pode acontecer na porta de uma escola, no muro de um cemitério, em frente a um riacho ou na tela de um computador. Peça licença em respeito ao despacho. Onde houver intenção encontramos força.
Onde houver movimento existe vida.
O rei anda por aí nú, o artista se contenta por enquanto em exercitar outras ferramentas do cavalo que galopa. O poder dos jingles já é comprovado, mas o manejo em compor canções ainda é tarefa para a próxima temporada.
Caos e notas dissonantes. É o que tem pra hoje.
Obrigado especial à Vanice Kappaz, Murilo de Gusmão, Hellen Fonseca, Monique Mongenot e Robson Rocha.
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